quarta-feira, abril 03, 2013

Assunto em alta: ROYALTIES DO PETRÓLEO ... Mais uma polêmica


Contextualize-se por meio da leitura dessas duas pequenas matérias sobre este assunto. 

Leia até o final.


Atualizado: 02/04/2013 18:16
 | Por Agência Brasil, Agência Brasil

Dilma reafirma necessidade de o país investir os royalties do petróleo na educação | Agência Brasil

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A presidente Dilma Rousseff reafirmou hoje (2), em Fortaleza, que o maior compromisso de seu governo é o de acabar com a pobreza, e acrescentou que a educação é um passo fundamental para alcançar tal objetivo. Daí a necessidade de o país investir os royalties do petróleo extraído da camada de pré-sal em educação.
Ela participou, no começo da noite, da inauguração de uma escola técnica de ensino integral, na capital cearense. Dilma ressaltou que nenhum país se desenvolveu sem fortes investimentos em todos os níveis de ensino e defendeu 'ensino de qualidade para se construir uma nação mais igual'.
A presidenta destacou que é preciso arregimentar cada vez mais recursos para a educação e para a valorização dos professores, com salários mais adequados. É preciso ainda, segundo ela, que o ensino integral seja universalizado, e não oferecido apenas por algumas ilhas de excelência.
'Precisamos disso para formar nossos cientistas, tecnólogos, universitários; que o ensino integral seja a regra, e não exceção. Nosso desafio é garantir cada vez mais oportunidades iguais para todos, sem discriminação, e a palavra síntese de oportunidade é educação', declarou.
Edição: Aécio Amado
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Royalties do petróleo: a lei e o veto


Os royalties aqui em questão são relativos ao petróleo. Esses Royalties são tributos federais pagos pelas empresas que exploram o petróleo. Há pouco tempo começou uma discussão sobre a distribuição desses recursos que eram repassados em grande parte para estados e municípios produtores. O que foi feito foi criar uma lei para que essa distribuição fosse mais igualitária para toda a nação, onde estados e municípios que não tem atividade petrolífera passam a ter direito a parte dos valores arrecadados. Esse é um dos pilares da lei. Porque dessa briga toda então que estamos vendo por aí?
A lei com as mudanças foi aprovada, nela são feito alterações na distribuição dos royalties de todos os campos de petróleo com concessões em andamento e em operações que estão por vir. A presidente Dilma vetou então o artigo do projeto que diminuía a parcela dos royalties e a participação especial dos contratos em vigor que são destinados aos estados e municípios produtores dos campos que estão em exploração, ou seja, nessa configuração os estados e municípios produtores continuariam com a mesma participação atual nos contratos já firmados. Sendo assim somente teria validade a lei aprovada pelo congresso em cima dos futuros campos de exploração. O veto que foi derrubado é esse.
Ao derrubar o veto da Dilma os estados e municípios não produtores passarão a receber 40 % desses recursos. A redistribuição vale também para os contratos que já estão em vigor e com isso os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo terão seus recursos reduzidos de 26,25% para 20% e no caso dos municípios a arrecadação cai de 26,25% para 15%.
O que acontece é que isso cria um entrave e uma batalha onde temos de um lado os estados e municípios onde há exploração do petróleo e do outro lado o restante da nação. Essa lei da nova distribuição dos royalties do petróleo esta de certa forma fundamentada na ideia de que essas explorações são recursos de direito federais e, portanto, devem servir para todo o país, mas os governantes dos locais em que  é extraído o petróleo alegam que isso irá comprometer a programação de suas contas publicas. Pronto. Motivo para muita discussão.
A verdade é que as duas fundamentações têm suas razões de existir e não podemos dizer que alguém estar certo ou errado. Cada um está buscando defender seus direitos de acordo com a interpretação que fazem sobre essa questão. O fato é que a presidenta Dilma já pronunciou que aceitaria a decisão do congresso antes mesmo da votação ocorrer. E o congresso derrubou o veto. Agora as discussões vão continuar e os governos com atividade petrolífera vão buscar de outras formas manter o veto.
O fato é que ainda veremos muita discussão sobre isso. Imediatamente após a derrubada do veto as bancadas do ES e RJ entraram com uma ação no STF com intuito de mantê-lo. Vamos acompanhar e ver no que vai dar. Uma coisa é certa, nessa historia ainda tem muito pano para manga. Se é bom ou ruim derrubar o veto depende do ponto de vista de cada um.
Autor: Yuri Gonçalves


segunda-feira, março 11, 2013

Sociedade: Mil anos para as mulheres!


Sociedade


Dal Marcondes

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/mil-anos-para-as-mulheres/

Mil anos para as mulheres!

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
 Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Minha vida é cercada de mulheres. Em sua maioria pessoas fortes, cheias de vida e personalidade. A começar por minha mãe. Maria Bela é um farol que emana segurança e caráter. Minhas irmDalãs, as três, são a ternura de que me lembro. Cristina é o sonho, o charme, a insensatez e a liberdade. Adriana é a responsabilidade e a braveza em todos os sentidos do termo. Nira é a harmonia, a alegria e a ternura que fazem sorrir, sempre.
Minhas filhas são complementos: Alba é um presente que faz olhar o futuro com esperança. Alice é a certeza de que este futuro será construído de fato, e será um bom lugar para se viver.
Entre meus amores há um pouco de tudo, representado hoje por Ana Maria, que tudo agita e faz com que a vida se mova, sempre.
Agora, no Dia Internacional da Mulher, vamos ler muito sobre isto. Apenas espero que não seja mais com a visão romântica de que as mulheres são umas coitadinhas que carregam o mundo nas costas. Claro que há injustiças, e muitas. No entanto, há avanços a serem comemorados. O principal deles é o espaço que as mulheres estão ocupando no campo político. Temos uma mulher na Presidência da República, uma demonstração de que estão prontas para assumir responsabilidades que anos atrás eram impensáveis para quem não ostentasse aspecto de liderança viril.
A vida tem demonstrado que as mulheres chegaram a este século XXI muito mais bem preparadas para as incertezas e novos desafios que os homens. As meninas estão anos luz de seus contemporâneos masculinos nos quesitos liberdade, consciência e autoconhecimento. Enquanto as moças olham para cima e para a frente, grande parte dos rapazes se encolhe, se acovarda e busca abrigos que os protejam de um futuro incerto.
Há, entre os homens, um certo sentimento de “antigamente é que era bom”, quando sabiam seus papéis quase que por “herança genética”. Eram criados para trabalhar, pagar as contas e ter prioridade sobre o controle remoto da TV. Sabiam o que fazer, enquanto, na sua opinião, as mulheres deviam se dedicar a lavar, passar, cozinhar e cuidar das crianças. Bom, tudo mudou.
E agora rapazes? A festa não acabou, apenas mudou a música, agora elas trabalham, planejam, mandam e, talvez, sejam melhores que nós nisso. Elas dirigem, compram, pagam e opinam. Elas são mães e com este poder da vida entendem melhor a responsabilidade de deixar viver.
O mundo masculino é um mundo de exclusão, de força e de morte. O mundo feminino é de acolhimento e de vida. Qual tem mais a oferecer para o futuro? E não podemos nos equivocar, este mundo-mulher não é fraco, sua força não vem das armas, mas sim da legitimidade. Enquanto os homens se armam para enfrentar a pluralidade da vida, as múltiplas opiniões e a diversidade, as mulheres estão habituadas a mediar as disputas de seus homens sem deixar mágoas e construindo uniões.
Acredito que a Terra, planeta feminino, será melhor quanto mais as mulheres ocupem espaços de poder. Neste  Dia Internacional da Mulher faço uma aposta no futuro: que este seja o milênio da mulher. E no ano 3.000 voltaremos a ver se os homens podem voltar a merecer confiança.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/mil-anos-para-as-mulheres/

quinta-feira, março 07, 2013

Atualidades... Informação...


As falhas da engrenagem

Por Luiz Antonio Cintra e Luiz Sérgio Guimarães
      

Descompasso. Ainda é mais barato importar do que produzir no Brasil. Foto: Ernesto Rodrigues/ Estadão Conteúdo
Descompasso. Ainda é mais barato importar do que produzir no Brasil. Foto: Ernesto Rodrigues/ Estadão Conteúdo
       Variável-chave da economia brasileira neste início de ano, o investimento produtivo patina com ligeiro viés de baixa. É tudo o que o Planalto não gostaria que acontecesse. Diante da escassez de dinheiro injetado na produção, a oferta de manufaturados é insuficiente para abastecer, sem gerar inflação, o prato da balança mais incentivado pelo governo nos últimos anos, o do consumo. Pelos riscos envolvidos, desfazer o nó do investimento virou questão de honra para a política econômica. E motivo de tensão nos gabinetes ministeriais, incluído o Banco Central.       
      Os números não deixam dúvidas. A taxa de investimento, registrada pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), medida dos dispêndios em máquinas, equipamentos e construção civil, caiu sem trégua nos cinco trimestres terminados em setembro passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado oficial sobre o último trimestre de 2012 não foi divulgado, mas se sabe que virá negativo. Os especialistas estimam uma queda na produção de até 1%. O índice do IBGE mais recente segue abaixo do nível de 2009 a 2011. No longo prazo, a tendência também é negativa. Chegou a 19,5% do PIB em 2010, o melhor resultado da série iniciada em 1995, desceu a 19,3% no ano seguinte e fechou em 18,4% no fim do terceiro trimestre de 2012. Um desempenho lamentável. O sinal inequívoco da fase ruim para a produção industrial, a despeito do consumo, é que ainda é mais lucrativo importar manufaturados em vez de fabricá-los aqui.
          Velha conhecida dos especialistas, a competitividade reduzida da indústria instalada no País fez o Brasil perder espaço internacional. Entre 2005 e 2011, a fatia das exportações de manufaturados made in Brazil encolheu de 0,85% para 0,73% do total comercializado no mundo. Em sentido contrário, as importações foram de 0,72% para 1,3%, segundo pesquisa do Instituto de Desenvolvimento Industrial (Iedi). O déficit comercial dos manufaturados é de cerca de 100 bilhões de dólares anuais.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/as-falhas-da-engrenagem/

quarta-feira, março 06, 2013

Redação Nota 10 Fuvest "Sonhar é preciso"


TEMA: TUDO VALE A PENA
SE A ALMA NÃO É PEQUENA (Fernando Pessoa)

Aos alunos do PRÉ-VESTIBULAR Impávido 2013

Sonhar é preciso
“Nós somos do tamanho dos nossos sonhos. Há, em cada ser humano, um sebastianista louco, vislumbrando o Quinto Império; um navegador ancorado no cais, a idealizar ‘mares nunca dantes navegados’; e um obscuro D. Quixote de alma grande que, mesmo amesquinhado pelo atrito da hora áspera do presente, investe contra seus inimigos intemporais: o derrotismo, a indiferença e o tédio.
Sufocado pelo peso de todos os determinismos e pela dura rotina do pão-nosso-de-cada-dia, há em cada homem um sentido épico da existência, que se recusa a morrer, mesmo banalizado, manipulado pelos veículos de massa e domesticado pela vida moderna.
É preciso agora resgatar esse idealista que ocultamente somos, mesmo que D. Sebastião não volte, ainda que nossos barcos não cheguem a parte alguma, apesar de não existirem sequer moinhos de vento.
Senão teremos matado definitivamente o santo e o louco que são o melhor de nós mesmos; senão teremos abdicado dos sonhos da infância e do fogo da juventude; senão teremos demitido nossas esperanças.
O homem livre num universo sem fronteiras. O nordeste brasileiro verde e pequenos nordestinos, ri sonhos e saudáveis, soletrando o abecedário. Um passeio a pé pela cidade calma. Pequenos judeus, árabes e cristãos, brincando de roda em Beirute ou na Palestina.
E os vestibulandos, todos, de um país chamado Brasil, convocados a darem o melhor de si no curso superior que escolheram.
Utopias? Talvez sonhos irrealizáveis de algum poeta menor, mas convicto de que nada vale a pena, se a alma é mesquinha e pequena.”

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Obrigado.
Gladston Augusto.

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

DICAS REDAÇÃO ENEM (AULA 2)



BÁSICO E ESSENCIAL

Quais seriam as condições basilares para a construção das dissertações cobradas na maioria dos vestibulares, inclusive ENEM?


FIQUE ATENTO !

è  DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA
Texto do universo COMENTADO... Abordagem REFERENCIAL (Assuntos... Temas (Tema específico))

è  FIRMAR POSIÇÃO COM ARGUMENTOS (Justificativas????)

è  NÃO SE IMPOR

è  PROPOR INTERVENÇÕES SEM FERIR DIREITOS HUMANOS
       (Governo(sem bater); Educação(escola); Família; Cidadão comum; Iniciativa provada...)

è  ARGUMENTOS SUSTENTÁVEIS (CONSISTÊNCIA E RELEVÂNCIA)


 (Mais a frete mostrarei aqui exemplos de parágrafos escritos com articulação de argumentos consistente e relevantes e outros exatamente ao contrário disso) AGUARDE


 CONTINUE ATENTO !

QUE TIPO DE COMPETÊNCIA PRECISO?
ü  DOMÍNIO DA LÍNGUA (Linguagem por meio do qual irá se expressar);
ü  REPERTÓRIO (Informação);
ü  ESTRUTURA & ESTÉTICA.

NÃO TEMOS MUITO TEMPO, E AGORA ???
ü  Ler jornais e revistas;
ü  Acompanhar noticiário nacional e internacional;
ü  Com olhar crítico (Pensar “Isso não é da minha conta...” acabou.

UM TIPO DE EXERCÍCIO - Importantíssimo

ü  Escolha um texto dissertativo: ARTIGO, EDITORIAL, por exemplo;
ü  Qual é a questão discutida no texto? (Assunto e tema);
ü  Posicionamento do autor;
ü  Que argumentos usou para defender sua ideia?;
ü  Defesa (Como rebateu argumentos contrários).

                                 Assim, o candidato:
ü  Vai assimilando a forma de linguagem típica do texto argumentativo;
ü  Apreende a maneira de arquitetar esses textos;
ü  Ganha vocabulário;
ü  Aumenta o grau de informatividade.


 ALÉM DISSO...

ESTÉTICA
ü  Use letra legível, de preferência cursiva (Não corra o risco de perdão em “padrão gráfico”);
ü  Cuidado com as repetições de palavras / expressões;
ü  Não use linguagem coloquial (a gente, fazê a cabeça, trocá idéia...);
ü  Palavras de baixo calão, não! ;
ü  Não generalize ou radicalize;
ü  Evitar o uso de imperativos (doutrinação).
ü  Religiosismos não são bem-vindos;
ü  Não use o pronome “VOCÊ” ou o pronome “EU” – IMPESSOALIDADE;
ü  Faça o rascunho antes de passar para a folha definitiva.


 Valeu, "galera" do PRÉ-VESTIBULAR ANGLO MANHUAÇU !
 Gladston Augusto



quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Curiosidade !!!


O gigantismo é relativo: planetas e estrelas

Crédito ao amigo Pr° Pablo Aaron - Viçosa/MG

     "Tudo é relativo", apressam-se em enunciar os físicos de final de semana, cometendo um erro grave. Não, nem tudo é relativo. Nem mesmo para Einstein. O idealizador da Teoria da Relatividade referia-se ao tempo e espaço, estes sim dependentes do referencial.
    As pessoas possuem, intuitivamente, noções de largura, altura, profundidade, peso (do grande e do pequeno, do leve e do pesado). Essas noções são, geralmente, baseadas nas experiências que temos com o mundo que nos cerca. Que tal partirmos então para o pouco familiar?  O quanto um planeta é grande? E uma estrela? O sol é uma estrela grande?
    É difícil termos compreensão dessas medidas, afinal, o único planeta que nos é familiar é esse ao qual pisamos. Todos os outros planetas e estrelas estão muito distantes e nao passam de pequenos pontos na escuridão do nosso zênite. O que nos parece pequeno inicialmente pode ser muito grande sob um outro ponto de vista. O gigantismo é relativo.
    Observe nas gravuras abaixo a comparação entre os planetas do sistema solar, e deles com o sol e diferentes tipos de estrelas encontradas em nossa galáxia e outras.

 
Os planetas do sistema solar.

O planeta Júpiter, a estrela Wolf 359 (Estrela localizada a aproximadamente 7,8 anos-luz, o que a torna uma das estrelas mais próximas. Localizada na constelação de Leão. É uma anã vermelha extremamente fraca, invisível a olho nu.) e a estrela Sirius ( Estrela mais brilhante do céu, localizada na constelação de Canis Major.)

Sirius, Pollux (Estrela gigante laranja que está a cerca de 34 anos-luz da Terra. Pollux é a estrela mais brilhante da constelação de Gêmeos.), Arcturus (Estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. Ela é a quarta estrela mais brilhante no céu noturno.) e Aldebaran (Estrela mais brilhante da constelação Taurus.)

Aldebaran, Rigel (Estrela mais brilhante da constelação de Orion.), Betelgeuse (Estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª mais brilhante. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion, apesar de ser maior que Rigel.), Antares (Estrela gigante vermelha na constelação de Scorpius.), S Doradus (Estrela mais brilhante da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea.), KY Cygni (Estrela hipergigante vermelha localizada na constelação de Cygnus.) e VV Cephei (Estrela gigante vermelha localizada na constelação de Cefeu.)


Baixar "A Rosa do Povo", Carlos Drummond de Andrade

Uma parte da história do Brasil à luz da poesia
Crítica Social do mais alto nível

          Vale muito a pena baixar esse ebook e entrar nesse universo literário. Estejam, amigos e alunos, sempre atentos aos contexto "Brasil na época" e à questão DIMENSÕES DO FAZER POÉTICO, tudo bem?
O link é este:


(Após clicar em "download", clique em "download gratuito", espere um pouco e com certeza o arquivo será "baixado"para sua máquina)

     A Rosa do Povo é um livro de poesias brasileiro, escrito pelo modernista Carlos Drummond de Andrade entre 1943 e 1945. É a mais extensa obra do autor sendo composta por 55 poemas, também sendo a primeira obra madura e a de maior expressão do lirismo social e modernista. A obra é considerada como uma tradução de uma época sombria, que reflete um tempo, não só individual, mas coletivo no país e no mundo onde o autor capta o sentimento, as dores, e a agonia de seu tempo. No título A Rosa do Povo, a rosa representa a poesia (expressão), das pessoas daquela época.